someone lyke you

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

O motivo além do motivo.

 

 

Ri Muito. Não que seja dado a arroubos de risos.   Declarar guerra aos Estados Unidos? Como não achar hilário.  Só uma mente brilhante e hilária poderia pensar nisso.     Dizem que para ser engraçado a piada  tem que ter surpresa e algo inesperado.  Tem que ser algo que pegue a mente de surpresa. E foi assim. A surpresa levou a mente aos fatos imaginados. E quanto mais ricos de detalhes mais engraçado ficava.

Há certa  engenhosidade nisso. Só há uma chance de vencer a grande potência mundial.   Porque nenhum estadista pensou nisso antes? É lógico!  Porque esperar eles tomarem a Amazônia?  Ataquemos primeiro.  Depois pensamos no resto. Vamos enviar nossa frota marinha  atlântico a fora  com  nossos tantos porta-aviões, nossas esquadras e nossos submarinos e  quando menos esperarem é nós.  Temos gabarito para isso?  Segunda guerra mundial, guerra do Paraguai e?  E se por acaso nos faltar recursos podemos contar com a mão do Senhor. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos. Aos moldes de  Golias,  grande, forte e apavorante versus  Davi.   Prova que em causa divina tudo é possível.   (1samuel 17). Outra referência é como o exercito do grande Senaqueribe  foi dizimado por anjos.  (Isaias 37). O pequeno contra o grande. É causa para tomar partido.

Que gênio. Pensa você, quem já pensou em tamanha estratégia e como não admirar ao imaginar o que envolve uma simples frase:  Se faltou palavras vamos de pólvora. 

Pense qual deve ter sido a reação americana se isto lhes chegou aos ouvidos. País de terceiro mundo ameaça USA. Que medo! 


  E agora vão pensar  três vezes antes de pensarem em nos afrontar com conversinhas ambientalistas.   O povo brasileiro é como denorex. Parece mais não é. Que outros povos  não se iludam. Somos os  Vikings das Américas. Pagamos para não entrar numa briga mas se entramos.... Não quero nem pensar.  Certo é que na pratica  ainda não precisamos demonstrar. Mas, saiba,  que é fachada esta nossa passividade.  Temos o sangue de guerreiros quando cutucados. Exemplo.  Botamos os índios para correr.  Esqueça tacapes e flechas contra fuzis. E aja suador. 

 Olhemos para o outro lado do mundo só para ver como na esfera mundial ameaças não surtem efeitos.  Coreia  do Norte e Iraque. Para citar dois exemplos.  Um que demonstra poder bélico inimaginável. E ameaça países ao seu redor com o intuito de chamar atenção do mundo. Mas, principalmente a dos norte americanos.  Já o outro era uma ameaça constante verbal. Se as palavras fossem armas certamente os USA, não existiriam mais. Um late e o outro deixou de latir.  Mas, parece que arrumou um substituto para tal.

 

 Lembrei dos Los Hermanos na desavença das Malvinas. Tantas palavras febris que parecia até que ia dar guerra. No final das contas ignorando toda distância pesando contra,  o desfecho não deu nem pro começo. É,  a mão do poderio bélico pesa.  

Por fantasia tem a historinha da tartaruga que vence o coelho numa corrida. Para enfatizar que o impossível pode acontecer. Só não sei se na realidade

Piadistas e estadistas compartilham da mesma cerne: o veio cômico. 

 


 

 

 

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Nós na finta

 

 

Problema humano: idolatria.  Sempre buscamos  estar ao pé de alguém. Um ídolo, um político, uma celebridade. Deuses. Senão encontramos partimos para a nossa própria forma de idolatria. Sim, adoramos. E para tal precisamos nos guiar mais pela presunção do que pelos fatos.  Nestes termos quando esbarramos com a verdade diferente daquela que alimentamos  preferimos fazer vistas grossas.

Capacidade humana: adaptação.  Somos casca grossa coletivamente falando. Ossos duros de roer. E não há dor, morte, doenças ou acidentes naturais ou provocados que nos tirem do páreo.  Somos capazes de padecer de dor diante de uma tragédia e pouco tempo depois superá-la.  Afinal a vida continua. E como fênix precisamos reassumir o controle dela.

Qualidade humana: gratidão/ingratidão. Propriedade que determina a essência de um ser.  A gratidão é de fato marca registrada na nossa espécie. Sabemos dar valor a quem nos apoia, a um feito  de bom grado.  Mas, isto não nos exonera de sermos ingratos com as pessoas que nos estendem a mão...  uma ajuda pode ser paga com  traição, com  ingratidão ou  pseudorreconhecimento. De  modo geral temos a capacidade de darmos créditos aos benfeitores e estamos quase sempre dispostos a retribuir da melhor forma possível o bem que nos fizeram. Só não podemos deixar de ver.  Caráter não é rosto que se maquia. Nele podemos ver a legitimidade das ações.

 Defeito humano: confiança/Desconfiança.  Precisamos confiar desconfiando. Não, isto não é ser paranoico. A confiança cega é burra.  Esbarra em fatores adversos a nossa vontade e  esta intimamente condicionada a fragilidade humana.    Uma vez que nem mesmo nós com a maior boa vontade  podemos cumprir tudo que vá além  da nossa previsão.  Então confiar desconfiando é a máxima que deveríamos dar atenção.. Já a desconfiança pode ser fruto da nossa experiência. Pode inclusive ser doidice. Também pode ser verdade. As vezes brota do nada dando-nos a oportunidade de ficar mais atentos aos indícios que por vezes não queremos ver. Pode vir de berço. É, pode.  

 Vamos combinar não há nada mais amargo que confiança traída.     Gato escaldado tem medo de água fria. O ditado reflete a condição humana ao passar por um episódio que evitará  repetir ou  prevenir antes que aconteça.  Por ironia  o desconfiado experimenta  exatamente o que teme. Pois o desconfiado demais abre a porta da imaginação do outro. E suas  suspeitas ganham vida tornando o que era impensável em algo  plausível.  

 Instinto humano: perspicácia. Este olhar a frente daquilo que vemos é uma forma de não sermos pegos se surpresa pela estupidez.  O que não nos deixa imune a ela. Se você já ficou apertado de tal maneira para ir ao banheiro e não contou com os imprevistos pode ter passado um apuro e tanto.  Se não calculou que o tempo de ida ao  banheiro poderia encontrar obstáculos pode ser que os encontrou. Ele poderia estar ocupado e se você desligou as redeas do controle fisiológico...  Aposto que entendeu o que é dançar sem música.  Isso se suas necessidades não priorizaram a prioridade.   Seja como for   aprendeu a lição e contará com  o imprevisto na próxima oportunidade. Só não esqueça que a vida é cheia de surpresas. Pode sentar no vaso e não ter papel.  Acho que tem informação suficiente para entender o que é perspicácia. Olhar para frente e ver além dos olhos como: Coisas mais serias que uma necessidade fisiológica. 

Fatalidade humana:  Imprevistos. Este sempre nos pega de calça curta.  Programamos uma viagem e  na hora aga um imprevisto.    A viagem pode esperar. Só que há situações em que o imprevisto é mais complicado que isso.  Estes não podem justificar ações que não sofram interferência dele. Todavia este sempre aparece sem ser convidado.

 

Capricho humano: Poder, dinheiro e sexo. Desde tempos remotos estes tem causado toda sorte de mal a humanidade. Homem dominando homem, ricos subjugando pobres,  luxúria. O fato da descrição não avançar em pormenores basta olhar a história focado num destes temas para entender o dano que causaram e causam.  Dominado por estes seus mandantes assumem que tudo pode. A  Devassidão, mentiras, corrupção, Egocentrismo. Tudo que nos foi ensinado que deveríamos  evitar.

 

 

Advertência! Como qualquer opinião a minha deve ser vista com olhos críticos. Elas refletem um ponto de vista pessoal gerida pela forma que observo o mundo e as pessoas e não do modo geral. 

 

sábado, 24 de outubro de 2020

A vilã





Dá pra entender como de repente aquela menina boa se tornou  vilã... Sei lá muita dor, muita decepção... Talvez descobriu com a vida que gente  boazinha não está com nada.. Ou amargura mesmo.  Ter  Prazer em fazer o mal  não parece algo tão fácil de aceitar. Deve ter algum motivo mais forte pra isso.  Podemos deduzir tanta coisa, mas quando somos vítimas não ficamos pensando em como tudo começou.  Lá estava ela com seus trinta e poucos anos. Jogando seu jogo de sedução. Descobrira que os homens são fáceis de se manipular quando lhes oferece o que eles querem ou cria-se uma expectativa de que podem conseguir .
 
 A beleza ajuda muito e isto ela tinha.  Aos poucos descobrira  que um olhar  não pode  nem ser oferecido demais nem despretensioso  demais.  Precisava ser aquele que deixa dúvida sobre o que se pretende, uma insinuação corporal que diz que o caminho está aberto e o resto a imaginação da vítima fazia.  Agora munida de toda experiência sabia exatamente o que fazer quando precisava utilizar a sedução a seu favor.  Nem sempre as coisas terminavam onde queria. Sabia fazer um homem comer nas suas mãos.  Agora,  segurá-lo era outro problema... E nem todos eram aquilo que apresentavam ser.. Alguns rudes, alguns podres...  Outros se mostravam totalmente sinceros e quando as coisas pareciam que ia dar fruto .. tudo desandava.
 
 Descobrira também que as vezes era preciso tirar os obstáculos.. estes em forma de mulher claro.  Fazer-se presente, dominar o coração do outro e fazer a outra saber que aquele que ela almejava tinha dono.. Tudo certinho.. tudo fruto do aprendizado de anos. 
 O mundo tem uma forma inusitada de paga. Sim,  tende a corrigir os males que praticamos. Seja lá o que for que façamos que achamos ser bom para nós em detrimento do próximo um dia parece que ficamos tão vazios. Parece existir um código interno que nos impulsiona a nos retratar se não praticamos o que chamamos bem.  Não que paguemos literalmente, mas quando prejudicamos alguém por acharmos que o mundo é assim, a lei do mais forte, somos tomados por um vazio, uma falta de sentido na vida e tudo parece uma paga pelos nossos atos. 
 
Agora que ela amargava a rejeição do homem que amava, ou suponha amar, já que sempre temera o amor não dava para saber se não era apenas mais uma artimanha da sua cabeça contra si mesma. Ela achava que era correr atrás para ele era perseguição. Ele não a suportava e talvez ela interpretasse como sei lá!  Quando um homem perde afeição e esta se torna aversão, pouco se pode fazer, sendo pouco provável  eus esforços e esta cegueira pode fazer você despender forças desnecessárias numa causa perdida. Era assim.
  Muitas inimizades eram agora quitadas  por intermédio de um amor não correspondido.

O dilema

 

Liguei  pra falar de romance

Não atendeu... pensei no seu amante.

Desfecho ruim:    falei  besteira

Você e o rato eu sou a ratoeira

 

Diz consciência   se pode ser assim

Se o  delírio toma conta de mim

Agindo assim boto tudo a perder

E o que está ruim    acabo de foder

 

Não é sensata tamanha insensatez

Estou no débito na sua liquidez

Não sei o que sentes  me sinto culpado

Eu sou o gato e você é o rato.

 

E vai o tempo se perdendo no espaço

Nos adventos nas garras do  colapso

Vem solidão e  sinto sua falta.

A solução é ter você de  volta.

 

Porque sem você não consigo viver

Mas, se contigo só faço te perder

Fico   perdido  como  sopro no vácuo

No coração ardis  e eu que pago o pato.  

 

Preste atenção é de atenção que eu preciso

Se não for assim eu não sei o que é isso.

Amargo é o gosto da separação

Mas doce é o gosto da reconciliação

 

E se não qual o caminho tomar?

O que não é bom é difícil de aceitar

Mas há tantas considerações a se fazer

Seja qual for viva e deixe viver.

 

A vida quando fecha a porta abre a janela

Há sempre mais quando se espera dela.

A dor limita põe a felicidade distante

Amarga ilusão da mente delirante.

 

Então viva não  mate

Reflita não há dor que não passe

Siga a pista dê um tempo para razão

Ela é lenta mas é melhor que  precipitação.


A morte é certa mas não na hora errada

O ódio cega e alimenta a mágoa.

Que bem nutrida será disseminada

E a vida extinta sem a missão terminada.