Um dia eu quis saber qual era a religião
verdadeira. Ajoelhei-me e pedi a Deus
que me mostrasse qual caminho seguir ...
Não era só uma vontade destas que você leva em banho- maria; era realmente algo genuíno - penso
que você pode ter um querer passageiro, um desejo volátil que não te levará a
lugar algum. Eu realmente queria descobrir qual a religião verdadeira. Engraçado que quando você realmente se volta
conscientemente para um objetivo e com
isto quero dizer: foco, disposição e
ação, parece que o universo conspira a seu favor mostrando e abrindo caminhos
que te levam ao desejado. Como alguém
que resolve comprar um carro de determinado modelo e passa a vê-lo em toda parte após a escolha. Certo
escritor diz que estreitar a visão aumenta as perspectivas. Talvez o que nos
impede de alcançarmos muitos de nossos objetivos seja a falta de foco.
Desconhecemos a força que temos
dentro de nós e imagino que se
conseguíssemos usá-la em nosso benefício, nos surpreenderíamo. Mas porque não
conseguimos direcionar esta força?. Outro dia resolvi me empenhar em algo muito
curioso., assim, pesquisei sobre o assunto, fiz algumas indagações mentais, resumindo, me mexi como sugere o filósofo (Se você quer mover o mundo
mexa-se) e as coisas começaram
acontecer. O canal
da tv escolhido falava sobre o assunto, as revistas que folheava me davam pistas exatamente sobre aquilo.. Parecia
que meus passos involuntariamente me aproximavam do meu foco. Perspectivas ampliadas? Ou um traço do seu
subconsciente trabalhando para atingir objetivos? Lembrei-me de um autor que descreve nosso
subconsciente como um poço de água. Visualmente podemos imaginar aquele poço como
algo limitado. Mas se mergulhássemos naquele poço e caíssemos num oceano? O oceano seria nosso
subconsciente. E sabemos da infinidade de possibilidades de um oceano. Mas porque então não conseguimos tantas
coisas? Porque definitivamente não
sabemos o que queremos, e olha, não sabemos mesmo, acredite! Tem um escritor
que diz: As pessoas não sabem o que
querem e vão até o inferno para obtê-lo. Consegue compreender isso? Vou
complementar este pensamento com outro que diz assim: Cuidado com o que deseja porque você pode conseguir. Ainda outro diz: eu vejo mais lágrimas pelas
preces atendidas do que pelas preces não atendidas. Como pode ver falta-nos foco, um objetivo
definido e claro que nos leve ao caminho
escolhido. Tantas pessoas falam: eu quero fazer isso, vou fazer aquilo. Mas, com o tempo isto se torna um pensamento
repentino. Formulando uma frase que descreva isso: Penso, porém logo esqueço e quando puder penso
novamente. Isto não lhe dá a impressão de um querer superficial? Já reparou como certos cachorros ficam tentando pegar o próprio rabo? É hilário, parece tão sem
objetividade. Mas, tenho a impressão que passamos parte da vida assim.
someone lyke you
domingo, 5 de janeiro de 2014
Calor dá uma Apatia
Apatia
Que Desânimo,
Deve passar estou
esperando
Apatia, final de
carreira
Eita, que lombeira
Apatia o que é que
isso
Atrasa meu serviço.
Ai, que sono
Queria cochilar, não
cochilei
Queria deitar, não
deitei
Queria ...
Não me condene, só pensei.
Não me condene, só pensei.
Preciso de uma sesta
Quero ler bateu o
sono
Quero raciocinar, um
desânimo
Termina logo este
dia
To cansado da
correria
Ai que preguiça
Afinal é sexta
feira
Puta merda que
canseira
Um calor de fuder
Só me falta um
chato aparecer.
Humm, que lombeira
- Tá de graça, é
sexta feira!
Não vai fazer isso
comigo
Não quero mais nada
fazer
Tá difícil de
entender?
Que enrosco
Quero trabalhar mas
este sono
Parece um encosto
Não paro de me
espreguiçar
Assim não vai dar.
É ruim ficar assim
O telefone toca eu
atendo
O cara que chama é
rabugento
Tudo parece me
irritar
Acho melhor esperar
passar.
Preciso dormir
Vou ficar quietinho
então
Daqui a pouco fico
bom
É o melhor a se
pensar
Daqui a pouco volto
pro ar.
.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
CONTEXTO SINGULAR
A taça ali sobre a estante
Diz mais do que se pode ver
Tantos vividos ela esconde
Tantos capítulos a dizer
O vinho que doravante hoje
Dentro a taça se acomodou
Tanto segredo esconde
Tanto amor semeou
A taça sozinha na estante
Com o vinho irá se juntar
Se o momento pressupõe-se
Algo pra celebrar.
Mas se não há celebração
Nem um momento pra consideração
Taça e vinho destilarão
Singular sublevação
E quando a taça assenta o vinho
O comum vira divino
A taça e o vinho
Se fundem num êxtase de prazer
A taça é o vinho
Difícil descrever
É um rio sem o leito
Pra água correr
A taça sem o vinho
É o divino sem prazer
A taça e o vinho
Homem e mulher se fundindo
As vezes a mulher é o vinho
Suave, cintilante com aromas inebriantes
As vezes o homem é o caminho
Que muda o paladar do
vinho
A taça que antes menino
Agora é uma mulher
E o vinho que dantes menina
Agora é um homem
E nesta perfeita união
Desde a concepção
Das parreiras que vão se alastrando
Ao vidro que é fundido
Até a distinta
formação
Ambos devidamente concluídos
Um dia, casualmente...
Se encontrarão: a taça
e o vinho.
UMA TEORIA SOBRE A POSSE
Às vezes você precisa atingir o
auge da posse pra descobrir que você não possui nada.
E quando você perde você
supervaloriza o que perdeu, mas depois, com o passar do tempo você descobre que a
coisa nem era tão valorosa assim, então
você entra numa fase de questionamentos: Como pude fazer isso? Como pude
aceitar aquilo? Deus onde estava com a
cabeça!
Você questiona ações de uma ocasião que estava sob o efeito de um sentimento que tapava-lhe a razão. Agora, liberto, você se questiona, se tortura. Entramos numas de procurar culpados, de constestarmos nossas ações. Diante de crises emocionais como estas analisamos nossas atitudes e as atitudes do parceiro como acertos e erros. Embora a idéia de posse seja algo oriundo de nossa constituição precisamos reavaliar nossas atitudes. Quando consideramos as pessoas como se fossem nossa propriedade fatalmente faremos sua vida miserável e pouco aprazivel. Então quando o ciclo da posse termina costuma-se procurar razões. Sim, houve incompreensão, motivos para que não desse certo, mas do que adianta ruminar fatos passados causando uma indigestão nociva? Ambos erraram e ambos colherão o fruto dos seus erros.
Você questiona ações de uma ocasião que estava sob o efeito de um sentimento que tapava-lhe a razão. Agora, liberto, você se questiona, se tortura. Entramos numas de procurar culpados, de constestarmos nossas ações. Diante de crises emocionais como estas analisamos nossas atitudes e as atitudes do parceiro como acertos e erros. Embora a idéia de posse seja algo oriundo de nossa constituição precisamos reavaliar nossas atitudes. Quando consideramos as pessoas como se fossem nossa propriedade fatalmente faremos sua vida miserável e pouco aprazivel. Então quando o ciclo da posse termina costuma-se procurar razões. Sim, houve incompreensão, motivos para que não desse certo, mas do que adianta ruminar fatos passados causando uma indigestão nociva? Ambos erraram e ambos colherão o fruto dos seus erros.
Nos somos aprendizes de tempo
integral e aprendemos com nossos
sofrimentos, com nossos relacionamentos desfeitos, aprendemos com nossas
inconstâncias... Não erramos porque queremos, ou ate erramos, mas não é
algo diabólico ou premeditado. Se erramos é por não vislumbrar as coisas como
deveriam ser por não estarmos preparados para aquela situação ou mesmo por
sermos levianos em nossas atitudes, mas, nada coniventes com a premeditação.
Atingir o auge da posse é
você achar que pode controlar a vida da pessoa amada. Sim, achar que pode
controlar seus pensamentos, vontades, etc. e tal. Não pode. Mesmo porque às vezes nem a própria
pessoa sabe o que sente... Às vezes, nem
sabe o que quer. Então como pode controlar
alguém? Mas, isto não é uma coisa que se aprende da noite para o dia, é um longo processo de
dor, angustia, questionamentos... Romper um molde preestabelecido não é simples, não é
fácil e muito menos inconsciente, você
precisa estar imunizado dos efeitos deste sentimento para que então possa
romper o molde da posse e isso exige tempo. Custa-se a entender que o tempo cura os
males da alma quando sob o efeito da paixão. O simples fato de admitir a perda é possessivo e
posse é manipular a si mesmo sob as rédeas de uma cegueira claustrofóbica, porque além daquilo, você não consegue ver
mais nada e como não consegue ver sente medo de perder até o que é ruim, o que está
te tornando pequeno, o que o está descaracterizando. O que está te fazendo
infeliz. Eu sei parece confuso, mas quem
disse que o sentimento de posse é fácil de entender? Passamos a vida toda
aprendendo que o que é nosso é nosso e que não devemos confiar nas pessoas, que não devemos dar margem para uma
possível traição e que a forma de não perder é controlar. Gerimos um medo por algo ainda não vivido e
ficamos esperando que aquilo que não aconteceu vá acontecer e neste clima
tão bem elaborado por nossa mente perversamente criativa entramos numa relação
que poderia ser promissora, armados até os dentes como
se a pessoa que decidimos amar fosse nossa inimiga, o que, por conseguinte
acaba sendo. É como alimentar um monstro em nossa imaginação e darmos vida a
ele por conta do nosso medo. Como então balizados neste aprendizado teremos doravante, um conceito equilibrado? Isto realmente não é fácil. Mas não é impossível. Basta boa vontade e alguma dose de sofrimento caso você esteja no olho do
furacão.
A liberdade da posse não garante
que você não irá mais conviver com ela, pois as pessoas do seu convívio também desenvolvem este estigma e isso lhe sobrevêm como aviso para uma vigilância constante dos seus
sentimentos. E isto é muito bom porque toda lição aprendida precisa ser
constantemente recapitulada porque senão você esquece... E a mente esquecidiça é
outra arapuca que devemos evitar integralmente.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Imprevistos
O imprevisto, o inesperado são coisas que comumente estão presentes em nossas vidas. Você talvez lembre de um infortúnio que te pegou desprevenido quando você menos esperava ou quando uma bem aventurança lhe agraciou tão subitamente que ficou boquiaberto. A expressão: " fui pego de surpresa" ressalta bem o que quero dizer. Muitas vezes na vida somos pegos de surpresas seja pela desatenção, vítimas de traição, seja por acidentes ou pela casualidade, certo é que generalizando podemos, para todos estes ocorridos, darmos o nome de "imprevistos". Claro que quando agraciados por uma coisa boa ficamos imensamente felizes. Quem por exemplo não gostaria de saber que ganhou uma bolada ou que passou num concurso para ganhar 20 vezes mais do que ganhava... Mas, as vezes, o que nos advém nos deixa impotente diante do acontecido e por mais que tenhamos boa vontade ficamos a mercê de acontecimentos aleatórios a nossa vontade. Toda esta reflexão talvez se dê por causa de uma pessoa muito especial que na véspera da manhã que se sentiu fatigada, tinha muitos planos sobre uma viagem que ela almejava muito. Ela também não esperava que aquele mal estar era o sintoma de uma doença, que graças a Deus, curável. Acho que os infortúnios são mais frequentemente lembrados por serem noticiados com mais ênfase ou freqüência, mas todos eles com raras exceções pegam suas vítimas despreparadas para o desfecho. Fico a imaginar como devem ter se sentido aquelas pessoas que viviam sua rotina muito normalmente... Quando naquele dia fatídico rumavam para seu destino e o veículo que os transportava foi engolido por uma cratera que se formou em segundos. Qual a sensação que tiveram quando ainda lúcidos puderam por pouco tempo relatar aos seus familiares o que acontecera? Ou, ainda aquele acidente com o submarino russo kursk. Talvez nenhum deles esperasse que o indestrutível fosse sublevado tão repentinamente levando com ele toda tribulação a morte... Os imprevistos e o inesperado perambulam entre nós sempre e talvez não há como tomar medidas preventivas para nos livramos deles, mas estarmos consciente deles nos dá certa medida de cautela e uma visão mais ampla para tomarmos algumas medidas de proteção. Depois destas medidas só nos cabe estribarmos na proteção divina de nosso superlativo Deus.
Leviano
Meu corpo
estremece então ele esquece
Que você é
de outro.
Ai, eu fico
louco e esta loucura é tão leviana
Vc é insana
(a loucura) - eu falo comigo
Você é
sacana, porque faz isso comigo?
E eu me
aflijo quando não falo contigo
É tão
frustrante
Ser seu
amigo é como ter um livro
Sob a
estante.
Não leio seu
coração, não sei qual a intenção
Mas você é
bacana ( o livro) - eu falo comigo
Em meus
pensamentos
Você é minha já faz tempo
Ai, os meus
intentos, ( se tu soubesses)
Seria amiga?
Brigaria comigo?
Eu sou
abjeto – eu falo comigo
Um ser
desprezível – Diz meu juízo.
É tão
contrastante aquilo que quero
Se
consciente sou martelo num prego
Mas quando
te vejo você mexe comigo
Viro
menino..
Entre o
querer e o poder
Há um dilema
medonho
De a
realidade criar um sonho
Num sonho
estar vivo
Qual o preço
de tudo isso?
É puro
egoísmo?
A felicidade
em seus braços encontrar
Ou viver,
deixar o barco navegar
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Atitudes e Reprimendas
Atitudes e reprimendas regem como
conduzimos nossos relacionamentos. Elas revelam o quanto nos esforçamos em doar
um pouco
de nos aos outros. Eu tenho aprendido de
forma dolorosa como fazer isto.
Pessoas bondosas que apesar de toda mágoa que lhes causo ainda persistem em
abrir meus olhos, ou melhor, meu coração. Chamam atenção para minhas falhas que
emergem quando mais preciso me doar. Uma
frase que me incomoda muito diz respeito a minha precisão em cobrar a
disponibilidade dos outros, mas, quando eu
preciso demonstrar o que exijo não
tenho a mesma disposição, se é que tenho
alguma.
É duro admitir que você cause sofrimento aos outros, mas só quando você
realmente está aberto a se observar notará o dano que pode causar aos outros,
pessoas que realmente gostam de você. Ser observador de si mesmo requer empatia, sem ela não é possível aprender .
Bons relacionamentos requerem algum tipo de doação, seja na questão tempo, seja
de disposição. É necessário entender e
estar disposto a querer fazer dar
certo. Não é possível ter tudo da forma
que se quer e como se quer, não quando
se trata de se relacionar com outra pessoa. Senão prevalecer o princípio de doação alguém sairá ferido.
Não raro quando uma pessoa está
insatisfeita o relacionamento vai mal para ambos. Porque a pessoa infeliz
manifestará sua insatisfação aos ouvidos
de quem? Como resultado terá uma pessoa
infeliz por falta de doação e a outra infeliz por ter que escutar a dor da
outra. Quando nossas necessidades contam
como mais importante numa relação é como
se fadássemos ele a ruína, pois é impossível conduzir um relacionamento salutar
quando apenas a necessidade de uma pessoa
é atendida.
Não se torne insensível as necessidades alheia
pois isso refletirá nas suas necessidades. Um bom termômetro para medir as
quantas andam sua sensibilidade é se sentir indiferente ao clamor alheio.Uma
pessoa não chora, não reclama não se exalta quando está abastecida de suas
necessidades de amor. Uma das descrições bíblicas sobre o amor cantadas em
canções e falada em todo o mundo se encontra no livro de coríntios 13. O texto fala sobre a
importância do amor: “Ainda que eu falasse a língua dos anjos, e fosse” ..””.
mas não tivesse amor..;”” Coisas e bens
se tornam vãos quando nos falta o amor. Esta solicitação esta intimamente ligada a nossas necessidades.
Numa frase memorável Jesus ressalta a importância da empatia quando diz: Faça aos outros o que gostaria que fizessem a
você.
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