someone lyke you

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Comédias Românticas

Era um belo dia. Talvez o dia perfeito pra o amor perfeito... .. Da sua janela daquele chalé que alugara tinha uma visão perfeita dos acontecimentos da piscina . Era impossível não olhar aquela pequena boneca de piquini azul, não que suas formas fossem perfeitas, mas a seu gosto era de encher os olhos...Daí pra frente era inevitável..O amor aconteceu.. Seis meseis estavam se casando.

João e Felícia  eram colegas  de trabalho .. Ambos casados e respeitadores até que um dia por conta do acaso, se viram  num ambiente propício pra uma conversa mais pessoal. Depois daquele dia a amizade passou a ser mais pessoal e a vontade de estarem juntos aumentou. Bom, depois disso o inevitável...

Foi no circo que Ana Beatriz conheceu Fabio.. Ele era trapezista e depois que viu sua exibição, ela ficou infeitiçada pelo rapaz. : Moreno, alto, corpo atlético, cabelos longos preso formando um rabo de cavalo que enchia ainda mais seu  rosto belo e rústico. Foi amor a primeira vista.  Ana Beatriz contrariando a vontade dos pais que não aceitavam o rapaz,  casou-se e fugiu com seu príncipe para uma cidade distante.

A vida toda Paula sonhara com o homem ideal, passava noites fantasiando o dia que ele bateria na sua porta
desejando que entrasse  na sua vida tirando-a daquele marasmo ...  E se via  presente em  festas lindas com todo mundo elogiando seu namorado perfeito.. Um dia que não esperava, apareceu Guilherme, um vendedor de bugigangas. Não acreditou era seu príncipe. Se bem que de uma forma que não esperava. Mas, aquele seu sorriso,  aquela beleza , era esperada há muito tempo por ela... Ele se propos a encontrá-la num bar próximo a sua casa. Bom, aconteceu o inevitável.

Cansada de tantos namoros frustrados e casos passageiros Alice resolveu sair de sua cidade natal para tentar a sorte numa cidade maior.. Em outro canto do país. Alberto, um promissor jornalista acabara de se separar e andava desiludido com as mulheres... Mas o destino  quis que ambos se encontrassem naquele bar onde ambos procuravam afogar suas magoas....Parecia que nada ia dar certo. Ela não estava nem um pouco interessada em nada que não fosse seu copo de caipirosca, enquanto ele já alto por causa das tantas cervejas tomadas, parecia se aborrecer com aquela mulher que parecia tão metida... Por acaso se enfiaram no mesmo taxi.. Bom, o inevitável novamente.
E foram felizes para sempre?

Deslavada mentira.. No primeiro caso não se conclui a noite de núpcias porque ela estava acometida de uma doença que não lhe permitia extravagâncias.. Quando apareceu grávida de outro homem foi difícil explicar..

Quando  marido e esposa souberam dos respectivos casos. Pode-se imaginar o desfecho da estória... Felícia pretendia se separar mas Paulo, pra ele era apenas um caso de atração...

Ana Beatriz se casou com Fábio que não se acostumou a vida familiar. Não conseguia arrumar um emprego a altura e quando o pai rico,  dela,  resolveu dar-lhe uma chance numa de suas empresas. Fabio não aceitou. Era orgulhoso demais. 10 anos o casamento terminava com o reconhecimento de Ana, de que seus pais estavam certos. Aquele amor incondicional não era tão incondicional assim.

Pra Paula um verdadeiro desastre .. Por meses a fio ele sondara a vida da menina e soubera de sua fortuna. Este era seu verdadeiro objetivo...

Nem tudo esta perdido Alice e Alberto estão se dando bem.  Eu só não sei se porque ela é personagem de Alice no país das maravilhas....Rsrs...

Ah, hoje entendo porque são classificados como Comédia Romântica...


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quando o amor acaba

Quando o amor acaba
Nâo há o que fazer
O diálogo se acaba
Um fala A
O outro fala B

Quando o amor acaba
O corpo da sinal
Você divide a cama
Sem contato corporal

Quando o amor acaba
Acaba o compromisso
Vão se os aneis
Vem egoismo

Quando o amor acaba
Acaba o verbo amar
Conjuga-se sobreviver
E contas pra pagar


Quando amor acaba
Resta reticências...
contas, acusações
críticas, indiferença
Vida de conveniências..

Quando o amor acaba
A Noite fica aberta
Enquanto um  dorme
O outro fica alerta.

Quando o amor acaba
Brota sementes
Sua ausência
Traz abelhas diferentes.


Quando o amor acaba
Se um ama
vai tentar, vai tentar
Mas não vai adiantar
Vai tentar, vai tentar
O outro vai explorar
Vai tentar, vai tentar
Vai te criticar
Vai tentar, vai tentar
Ate  acordar.




















































terça-feira, 9 de agosto de 2011

escrutinando o rim

Deus não vê o homem como nos vemos: diz as escrituras. " Nós olhamos o exterior Deus por sua vez, como escrutinador de rins e coração, vê o homem como ele realmente é." Na escolha do sucessor de Saú, Samuel o designado para a escolha, reparou nos filhos mais bonitos, fortes e nem por um momento imaginou que Davi poderia ser o escolhido. Era pequeno e mirradinho. A tendência de Samuel é uma inclinação humana. Nos afeiçoamos pelo belo, pelo que é simetricamente atrativo e comumente julgamos as pessoas muito mais pelo seu exterior e não pelo que realmente é. Insconscientemente falamos quando alguém belo faz algo errado: Não acredito, ele é tão bonito. Mas o que a beleza tem a ver com o caráter.  Frases similares também são parâmetros de valororização da beleza: Não faz isso, você é tão bonito. Nossa, morreu? Era tão bonito. Como se quem fosse feio pudesse morrer.. ou como se o errado fosse mais aceitável para quem é feio.Rsrs...
Explicar todas as funções que o rim tem pro nosso benefício é difícil, mas sabemos que sua função básica é filtrar aquilo que nos faz mal. Subentende-se que ter a capacidade de escrutinar o rim é poder olhar fundo dentro da pessoa e ver suas mais recônditas motivaçoes. Não termos esta habilidade dificulta vermos as verdadeiras motivações das pessoas que nos cercam e muitas vezes julgamos errado uma atitude que não compreendemos. Não vemos com clareza quando intenções são benesses ou quando são maquinadas com
objetivos menos nobres... Quando Deus escolheu Moises para a missão de conduzir seu povo para fora do Egito, talvez fosse difícil entender os critérios da escolha, Moises era gago.. Mas Deus sabia que não possuia homem mais manso é mais hábil para aquela função.
No âmbito familiar onde o convívio íntimo é mais pessoal, as vezes cometemos gafes imperdoaveis quando, à base de nosso critério pessoal , classificamos a pessoa amada como egoísta, materialista ou  qualquer rótulo perjorativo que classificamos. O fato de conhecer um pouquinho melhor a pessoa não nos dá o direito de sermos juizes de suas ações....Somos pessoas tendenciosas  que impulsionamos nossas vontades egoistas a frente do cunho familiar  e as vezes colocamos sobrecarga sobre os ombros de quem precisa de apoio e não de críticas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O retalho que sobrou

É dificil entender porque os relacinamentos se desgastam e chegam ao ponto de ser apenas um retalho.. Se quando começamos esperamos que ele traga benefícios a ambos...Então nos empenhamos para que tudo se harmonize com nossos objetivos e mesmo inconscientemente lutamos para que a harmonia prevaleça ... Pra que isso aconteça é necessári que ambos trabalhem em prol do bem maiior - o relacionamento. Uma vez eximido este item, todo o resto começa a desmoronar a olhos vistos.. Num relacionamento nada pode ser considerado meu, como indivíduo e nem se pode sobrecarregar o outro porque julgamos que nossas necessidades estão acima de qualquer outra, presumindo que as obrigações são do outro e não de ambos, conduzimos nosso relacionamento ao que nos interessa e não ao que interessa os dois.
Desde pequeno ouço que o que nos destroi não são as grandes obstáculos  e sim os pequenos,   aqueles que não podemos ver. Os grandes simplesmente desviamos.
Isto cai muito bem quando falamos em pequenos atos do dia a dia, rusgas persistentes que como água sobre a pedra: batem, batem até que furam...Pequenos atos de desamor e depreciação, coisas ínfimas que são lançadas ao vento como se fossem grandes obstáculos quando são apenas atos falhos cometidos por qualquer pessoa humana, imperfeita... Quando num relacionamento vivemos a mercê daquilo que interessa só a nos mesmos, subjugamos as pessoas de nosso convívio a espelhos de nós mesmos, achando que tudo que é  errado é culpa do outro e que somos vítima deste monstro que só quer nos ferir. Não raro vemos relacioamentos deteriorados, vivendo de retalhos pra cobrir tantos buracos que nossa própria ânsia materialista e de satisfação própria não conseque mais sanar. Passamos a julgar o verbo conveniência em qualquer instância:
Saimos juntos por conveniência, moramos no mesmo ambiente por conveniência, fazemos gentileza por conveniência nada mais é espontâneo e embora a presença da outra seja aversa, por conveniência, ingerimos todos os sapos previstos pra uma vida inteira, simplesmente porque fomos manipulados por nossa próprio egoismo. Afinal,  se a pessoa diz não te amar mais porque você continuara sendo gentil, amoroso, carinhoso, dadivoso? E cometemos o maior erro que pode existir em qualquer relacionamento: a retaliação. Quando era mais jovem tinha o feio hábito de palavrões, quando estava sózinho e com raiva xingava descometidamente. Com o tempo percebi que isto me fazia muito mal, era um descarrego animalesco de algo que eu não conseguia controlar. Prometi a mim mesmo que não faria nunca mais isso. Quando retaliamos é como se todo nosso instinto animalesco viesse a tona, trazendo tudo aquilo que com muito custo conseguimos vencer. Atititudes pequenas não requerem atitudes pequenas e sim o oposto. Não se paga mal com mal e nem egoismo com egoismo.. Este círculo vicioso é descomunalmente prejudicial a quem usa como arma de troca.
Jogue fora o retalho que sobrou afinal coisas antigas para remendar coisas novas não pega. Nunca pegou. Está na hora de roupas novas, atitudes novas que monstrem o seu engrandecimento. Vai,  que não seja engrandecimento mas que sejam coisas boas pra ambos. É muito difícil desvirar um barco já virado, imagine só o trabalho que dá.
Mas se ainda existe amor, cumplicidade, carinho mesmo que estes estejam camuflados com cara de outra coisa muito ruim...tente. O lógico seria que o barco navegasse tranquilo e quando em turbulência não virasse, mas....

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Me permita

Me permita perguntar
È mais fácil viver pra ser amado
Ou viver para amar?

Ato e desato

O  brilho da juventude me deixou faz tempo
Embora seus lampejos me visitem todos os dias
Sustento-me com o suor do meu rosto
E farejo feridas
Como pão levedado
Estou  à deriva
Matutanto idéias nunca concebidas
Profano em incisivas

Ditubiei nas ondas sonoras da incerteza
Acordei malogrando sonhos
Sonhos que pertubam,
Sonhos e encantos
Vivo um mundo parelelo
De devaneios loucos

Soou o alarme das minhas leviandades
Mereço cada tapa que recebo
Andei no vale da sombra da morte
Pastoreei em terras áridas
Desmedi os anseios
Confundi lucidez com delírios
Ressurgi devaneios
fiz-me lacônico
Pra explicar os meus desvios

Vi-me cativo do tempo ..de pernas inquietas
De boca murmurante de ouvidos meretrícios
Escravo  das próprias investidas
Arco, flexa, miras
No calcanhar de aquiles alvejado
E mortal  ferida

Engoli  todo veneno apresentado
Um estigma.
Dobro-me servil diante do vicio
Luto, resigno-me
Debato-me desesperado
Acoado,  estenuado pela própiria concupiscência
Vai-te inocência..
Não há em ti dolo
Mas o profano
Me toma inteiro
Causador do dano..

Atordoado em aquiescências
Beligerante em interrogações
Nunca resolvidas.
Sou  tolo
Mostro-me servil
Deleto antônimos
Consinto o medo
termino tristonho

Sim, a inocência foi-se faz tempo
Mas ainda há resquícios da alimentação materna
Se ato um nó complicado
Desato em contrapartida

domingo, 1 de maio de 2011

Fazer o bem mesmo quando não convém

Esta frase pode ser vista como irreal, surreal ou utópica... Mas nossas ações muitas vezes devem ser monitoradas por aquilo que almejamos,  mesmo quando a prática de tal,  não esteja inerentemente ligada a nossa personalidade.. Isso não é hipocrisia é engrandecimento.  Lembro-me de uma ocasião em que um instrutor tentava explicar o que era ser feito a imagem de Deus... Se você conhecer uma pessoa, dizia ele,  muito feia mas,  durante sua convivência, ele for gentil,  bondoso, amoroso, colaborador, prestativo. Qual a  imagem que  terá desta pessoa?.
 Nossas atitudes também podem ser modificadas mesmo quando parecerem forçadas. Trazemos em nosso DNA qualidades semelhantes a de nosso criador e embora nossas inclinações sejam “más o tempo todo”, podemos  moldá-las. Forçar um sorriso, se obrigar a ser prestativo, se impor a dizer um bom dia, se negar a ser grosseiro. Não importa qual a questão envolvida, importante é que esteja decidido a agir de forma diferente. Quebrar protocolos de vícios e condutas rústicas e deselegantes em prol de algo mais refinado e mais a ver com aquilo que poderíamos definir como: conduta esperada.
Derivar prazer de fazer o bem no início pode ser até constrangedor, mas a persistência na prática fará que logo isso se torne prazeroso e se torne parte integrada da sua personalidade.
Não raro agimos de acordo com que outra pessoa age.. Se ele se mostra hostil  ou diz algo abrasador nosso instinto, mesmo sem raciocinarmos,  responderá a altura. Não que sejamos pessoas irascíveis... Mas é natural que diante de uma reação hostil ajamos com hostilidade. Domarmos em nós essa reação comum a todos os homens certamente fará toda diferença no desfecho duma situação em que se espera a violência como pagamento da violência,  desaforo como paga de desaforo, grosseria em troca de grosseria....